24 de outubro de 2010

Ao desconhecido que anda por aí

"Escrevo-te a ti, que andas por ai à minha procura, numa solidão povoada, vazia e acomodada à espera que a vida te ponha no caminho uma mulher como eu. Não sei como te chamas nem por que inicial começa o teu nome, mas sei que existes, que me esperas e desejas e que um dia farás parte da minha vida."

Margarida Rebelo Pinto – As crónicas da margarida

Já era boa altura para me encontrares.

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