Destino: Lua ~ Distância: 384.405 km ~ Tempo: 2 segundos. - Please, come.
29 de janeiro de 2011
Cenas giras lulzlulz
MRP - As crónicas de Margarida p7
MRP - As crónicas de Margarida p6
Memorial V
26 de janeiro de 2011
25 de janeiro de 2011
24 de janeiro de 2011
O Camponês e a rapariga
23 de janeiro de 2011
É o que acontece quando não se leem as perguntas
22 de janeiro de 2011
QUADRA QUE ENCAIXA EM TODAS AS MÚSICAS
Para sempre, talvez

20 de janeiro de 2011
Cratera #35 - Avô (L)
19 de janeiro de 2011

"Some people laugh
Some people cry
Some people live
Some people die
Some people run
Right into the fire
Some people hide
Their every desire
But we are the lovers
If you don't believe me
Then just look into my eyes
'Cause the heart never lies
Some people fight
Some people fall
Others pretend
They don't care at all
If you want to fight
I'll stand right beside you
The day that you fall
I'll be right behind you
To pick up the pieces
If you don't believe me
Just look into my eyes
'Cause the heart never lies
Another year over
And we're still together
It's not always easy
But I'm here forever
'Cause we are the lovers
I know you believe me
When you look into my eyes
'Cause the heart never lies
'Cause the heart never lies
Because the heart never lies"
The heart never lies - McFly
18 de janeiro de 2011
17 de janeiro de 2011
15 de janeiro de 2011
Às vezes, à noite, quando ninguém pode reparar, sento-me no escuro e ao som triste do piano revejo cada expressão tua. Cada sorriso, cada gargalhada e cada olhar silencioso. Lembro-me ainda tão bem de quando me chamavas daquela maneira que eu julgava especial, que me enchia a alma de alegria até à próxima vez que eu te via.
Em tempos, tudo parecia tão perfeito. “Nós” éramos tudo, mas ainda não éramos nada. Eu contigo era tudo, porque estava apaixonada. Descobri que o amor é um baque que nos dá, é quando ficamos com o coração colado às costas, quando perdemos a força num instante quando quem amamos nos sorri ou gesticula na nossa direcção, quando começamos a viver os nossos dias em função dos minutos que poderemos, eventualmente, passar juntos. Eu amei-te tanto, tanto, tanto.
Ao mesmo tempo, comecei a odiar-te. Falsamente, mas odiava. Odiava-te porque eras proíbido, porque não podias ser meu. O teu mundo já tinha encontrado a sua órbita, e não era eu. Tinhas encontrado o teu centro, e não era eu. Estavas a aprender a sentir novas coisas, coisas fortes, e não era comigo.
A tua imagem rodava na minha cabeça como um filme em repetição. Outras vezes, estagnava como se fosse uma fotografia. Mas eu fechava os olhos e estavas lá tu. Estavamos os dois, naquele momento em que eu me senti tão próxima que consegui entender aquilo que de que as pessoas falam, de como é estar tão próxima da pessoa de quem gostas.
Mas tu eras proibído, eu não podia. Queria, mas não era justo. Tu nunca soubeste, talvez nunca tenhas sequer desconfiado. Era-me tão difícil ter uma conversa contigo porque não conseguia ser verdadeira, não conseguia ser genuinamente eu. E isso devia-se ao facto de eu não conseguir aceitar que estivesses com alguém que não eu, e que estivesses feliz. Ainda hoje lamento, o que devia ter feito e não fiz, e o que fiz e não devia ter feito. Diziam-me que era melhor esquecer, o que eu tinha já não era nada. Eu cheguei a sobreviver, em vez de viver.
Numa das noites em que pensava em ti, jurei a mim própria que iria esquecer-te, prometi à almofada que não iria sentir mais uma lágrima vertida por tua causa, comprometi-me a camuflar a tua presença.
Acho que o facto de eu me ter tentado convencer de que te esquecera, fez com que os outros julgassem que o tinha mesmo feito. Mas o que eu senti não se esquece assim. Pode ter sido um momento, pode nem ter sido nada de especial, nada que tu não tenhas feito a mais 50 miúdas, mas para mim foi especial.
E é por ter sido especial que, passado todo este tempo, a imagem que me perdurou de ti foi a daquela tarde em que estávamos lado a lado, e que fomos tudo, num momento, mesmo sem sermos nada, sem nos tocarmos, sem nos sentirmos. O que se passou, foi telepatia numa troca de olhares.
Fui obrigada a esquecer-te, mas não o fiz. Apenas disse que o tinha feito. Porque tu continuas na minha memória, e eu tenho pena de não ter feito mais por ti. Será que ainda tenho tempo?"
Agosto de 2010 in "Esquecimento"
- now, I'm over you. -

MRP - As crónicas de Margarida p5
MRP - As crónicas de Margarida p4
MRP - As crónicas de Margarida (excertos alheios)
MRP - As crónicas de Margarida p3
MRP - As crónicas de Margarida p2
MRP - As crónicas de Margarida p1
13 de janeiro de 2011
10 de janeiro de 2011
9 de janeiro de 2011
7 de janeiro de 2011
Baby, you're a firework
6 de janeiro de 2011
5 de janeiro de 2011
Your head will spin around
'cuz I'm going to make you stop
You will stop and stare.









