15 de janeiro de 2011

MRP - As crónicas de Margarida p5

"Percebemos que não há longe nem distância para a dor, e que nenhum amante, amigo, mãe, irmão, droga ou bebida matam a saudade do que já fomos ou já tivemos nos braços."

"A mágoa chega, então, quando o cansaço já não nos deixa sentir mais nada."

"Às vezes, quando a mágoa é enorme e sufoca, vegetamos em silêncio para que ela não nos coma. (...) Tornamo-nos espectadores da nossa dor."

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