"(...)o brilho dos olhos chega para tudo. Nesses dias abençoados pela sorte e protegidos por um invisível duende que se ri aos nossos ouvidos, que nos dá vontade de escrever a velhos amigos que vivem do outro lado do mundo, só para partilhar um bocado tão bom da nossa vida."
"O tempo passa a ser nosso, em vez de sermos nós dele. E tudo o que dizemos, tem graça, e tudo o que fazemos, é fácil, certo, e bom..."
"O melhor das coisas é não lhes conhecer o fim."
"Mas pior são as despedidas. (...) Sentimos a vocação falhada de anjo da guarda que não está a cumprir o horário. E depois dizer adeus não é fácil."
Sem comentários:
Enviar um comentário