Lembro-me de tudo tão bem... Lembro-me do melhor e do pior. Lembro-me das tardes de brincadeira, dos jogos de cartas e damas que me deixavas sempre ganhar, das vezes em que eu dizia "Oh avôzinho, vá láá", do tempo em que ficava encantada a ver-te trabalhar, dos lanches, de tantos e tantos dias que passei contigo. Lembro-me dos teus olhos, do teu andar. Estás comigo, sempre. E sei que cuidas de mim tão bem agora como sempre o fizeste. Só estás... um pouco mais longe! Não me consigo lembrar de ti, visitar-te sem começar a chorar. Sinto tanto a tua falta, queria tanto que ainda estivesses aqui. Como disse há mais de 5 anos atrás, a memória que sempre guardarei de ti é a parte boa, todos os momentos em que estiveste ao meu lado e me fizeste sorrir.
Tenho tantas saudades tuas e irei ter para sempre. Adoro-te.
José Fernandes de Jesus Martins, 1921-2005
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