Decidi correr o risco. Fechei os olhos e guiei-me por aquilo que estava a sentir, não só naquele momento, que algum que já sentia há muito tempo. Fiz aquilo que não costumo fazer: tentei. Tentei, e correu bem. Se fiz bem ou mal, só o poderei dizer com o passar do tempo. Mas aquilo que me deixa mais feliz é o simples facto de ter tido a coragem de tentar.
Muitas vezes sou comandada apenas pela razão, pela lógica e pelo que é "correcto". Desta vez não. Porque eu senti que tinha de tentar, eu sabia que tinha de o fazer. E acabei por fazê-lo. Se me der mal por tê-lo feito, paciência. Hei-de levantar-me e seguir como sempre fiz, demorando mais ou menos tempo.
Foi uma questão de um segundo. Fechei os olhos, respirei fundo, senti o batimento acelerado, e tentei.
Agora estou como que em queda livre. Não sei quando vou parar, não sei se vou ou não ficar bem, não sei o que me espera no final da queda. Não me interessa o que os outros pensam, desta vez vou seguir-me a mim própria. Saltei porque tenho esperança que o que vá acontecer lá em baixo seja bem melhor do que o que se estava a passar cá em cima.
Thanks, JM.

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