Destino: Lua ~ Distância: 384.405 km ~ Tempo: 2 segundos. - Please, come.
30 de março de 2011
28 de março de 2011
We were strangers in the night.
27 de março de 2011
HIERARQUIA DE PUTAS
24 de março de 2011
23 de março de 2011
18 de março de 2011
13 de março de 2011
round and round love
vista & importância
-Vocês não são nada parecidas com a minha rosa – disse-lhes ele.
- Vocês não são nada. Ninguém vos cativou e vocês não cativaram ninguém. São como a minha raposa era quando a conheci. Ela era apenas uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas eu tornei-a minha amiga e ela passou a ser única no mundo.
E as rosas ficaram bastante arreliadas.
-Vocês são bonitas, mas vazias – insistiu o principezinho. – Não se pode morrer por vocês. É claro que para um transeunte qualquer, a minha rosa é igual a vocês. Mas sozinha, é muito mais importante do que vocês todas juntas. Porque foi ela que eu reguei; porque foi ela que eu protegi com o biombo. Porque foi por ela que eu matei as lagartas. Porque foi a ela que eu ouvi queixar-se, gabar-se e até, às vezes calar-se. Porque ela é a minha rosa.
E depois voltou para o pé da raposa e despediu-se:
- Adeus...
– Adeus – disse a raposa. E agora vou contar-te o tal segredo. É um segredo muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos...
– O essencial é invisível para os olhos – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
– Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
– Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
– Os homens já se esqueceram desta verdade - disse a raposa. - Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que cativaste. Tu és responsável pela tua rosa..."
viagens.

"Desde pequenina que o desconhecido e a novidade me fascinam. Deve ser por isso que viajar é uma das minhas paixões. Encaro cada viagem como uma experiência única, uma oportunidade irrepetível de saber mais sobre os outros e, principalmente, sobre mim.
Já com os meus 3 ou 4 anos costumava assaltar a caixa do correio em busca de panfletos ou pequenos cartazes das agências de viagens. Passava horas e horas a admirar as paisagens e a imaginar-me lá. Claro que com esta idade os meus pensamentos estavam centrados nas crianças de lá, nas praias, nas florestas e nos animais; só mais tarde comecei a pensar em como viveriam aqueles povos, em que é que eles acreditavam, quais eram os seus valores… Ficava cada vez com mais vontade de partir e conhecer.
Nos passeios de fim-de-semana, tornou-se um hábito os meus pais não saberem onde eu estava, quando era hora de voltar para casa. Assim, eles sabiam que deveria encontrar-me perto do lago mais próximo ou no alto da serra a olhar em volta, boquiaberta.
Não perco nenhuma oportunidade de escapar para um qualquer sítio novo. Viajar é algo que me enriquece o coração e me dá sabedoria, que me mostra como, sendo tão diferentes em vários aspectos, somos, no fundo, tão iguais. Acho que não houve viagem que eu fizesse da qual não trouxesse uma lição, um ensinamento. Penso que mais importante do que conhecermos outras culturas, locais e pessoas, é descobrirmos em nós algo que não conhecíamos: uma força que julgávamos não ter, uma coragem nunca antes revelada, uma resistência para ultrapassar obstáculos, uma bondade que tornará a nossa vida melhor.
Deste modo, tenciono continuar a viajar até ser obrigada a parar. Há um mundo lá fora para descobrir e uma grande parte de mim por revelar."
- para Português, 13/03/11
9 de março de 2011
8 de março de 2011
6 de março de 2011
É madrugada. Você pega seu caderno. Pega um lápis na mão. Esse é o seu lugar. Essa é a hora. Esse é o verdadeiro sentimento. Desabafar para as paredes. Como se o mundo estivesse te escutando, mas enquanto isso estivesse com fones de ouvido e dizendo: “Aham, tá tudo bem.” Não. Você sabe que não está. Mas ainda espera que toda essa angústia se amenize. Como esperar por chuva em tempos de seca. Você olha para o céu, espera a chuva. E quando ela cai, ainda não é o suficiente. Mas você sabe como as coisas são. Se você não soubesse, já teria desistido. Mas por enquanto você acha que as paredes do seu quarto serão as únicas que vão conseguir te ouvir chorar, quando a lágrima de dor e solidão cair. Há um dia em que tudo isso acaba. Só falta você abrir a janela para tirar a dor de dentro de você. Se abra, deixe a dor sair. Abra a janela, deixe o ar limpar a solidão. E quando ela entrar novamente, você já saberá o que fazer.
Letícia Nogara

Eu tenho uma espécie de dever, de dever de sonhar sempre, pois sendo mais do que um espectador de mim mesmo, eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso. E assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas, invento palco, cenário para viver meu sonho entre luzes brandas e músicas invisíveis.
Fernando Pessoa

“Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem de madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me dar e começar a receber. Sabes, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências. Eu vou gostando, vou cuidando, vou desculpando, vou superando, vou compreendendo, vou relevando, vou… e continuo indo, assim, desta maneira, sem virar páginas, sem colocar pontos. E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros têm para me dar.”
2 de março de 2011
Capuchinho Vermelho - versão dread, "tázaver?"
A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!
- Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod...
É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoo, tá td? Dd tc?
- Tásse... do gueto alí! E tu... tásse? - disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá kuma moka do camano!
- Marado, marado!... Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de pildra se me cata...
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver?
Manda um toque na porta, a velha "quem é e o camano" e ele "ah e tal, e não sei quê, que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na...".
A velha abre a porta e PIMBA, o dog papa-a toda... Mas mesmo, abre a bocarra e o camano e até chuchou os dedos...
O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL... o gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à maneira, tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.
- Basa aí cá pa dentro! - grita o dog.
- Yo velhita, tásse?
- Tásse e tal, cuma moca do camâno... mas na boa...
- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí...
- Bacano, pa ver se trato esta cena.
- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?
- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?
- Yah, yah... E os abanos, bué da bigs, pa ke é?
- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?
- Yah, bacano... e essa cremalheira toda janada e bué big?
- Pa que é a cena?
- É Pa chinar esse corpo todo !!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né?
Só que a pita dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates do man e basa porta fora!
Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai para engolir a gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos.
O dog kinou logo alí, o mano china a belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha.
Ina man, a malta a gregoriar-se toda!!! E prontes, já tá...











